Indicador de clima económico aumenta
Já o indicador de confiança dos consumidores diminui. Dados referem-se a agosto de 2025 e são do INE
29 de agosto, 2025

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O indicador de confiança dos consumidores diminuiu em agosto, após ter aumentado no mês anterior e estabilizado em junho.
A evolução observada no último mês resultou do contributo negativo das perspetivas sobre a evolução futura da situação económica do país, da situação financeira do agregado familiar e da realização de compras importantes por parte das famílias, enquanto as opiniões sobre a evolução passada da situação financeira do agregado familiar estabilizaram.
O saldo das opiniões dos consumidores sobre a evolução passada dos preços diminuiu em agosto, após ter aumentado no mês precedente, enquanto o saldo das expectativas sobre a evolução futura dos preços aumentou nos últimos dois meses, após as diminuições observadas em maio e junho.
O indicador de clima económico aumentou em agosto, recuperando o movimento ascendente iniciado em abril. Os indicadores de confiança aumentaram nos Serviços, na Indústria Transformadora e no Comércio, tendo diminuído na Construção e Obras Públicas.
O indicador de confiança dos Serviços aumentou em agosto, após ter diminuído no mês precedente, verificando-se contributos positivos no saldo das perspetivas relativas à evolução da procura e das apreciações sobre a atividade da empresa, tendo as opiniões sobre a evolução da carteira de encomendas contribuído negativamente.
Na Indústria Transformadora, o indicador de confiança aumentou entre fevereiro e agosto, tendo as apreciações relativas aos stocks de produtos acabados contribuído positivamente para a evolução do indicador no último mês.
Também o indicador do Comércio aumentou em julho e agosto, após ter diminuído nos quatro meses anteriores, refletindo os contributos positivos das perspetivas de atividade da empresa e das opiniões sobre o volume de vendas. Por sua vez, o indicador de confiança da Construção e Obras Públicas diminuiu em julho e agosto, após ter aumentado nos dois meses anteriores, refletindo o contributo negativo das perspetivas de emprego, tendo as apreciações sobre a carteira de encomendas contribuído positivamente.
O saldo de respostas das expectativas dos empresários sobre a evolução futura dos preços de venda aumentou em julho a agosto no setor da Construção, tendo diminuído nos últimos três meses no setor dos Serviços e do Comércio e, expressivamente em agosto, no setor da Indústria.