As empresas portuguesas estão a acelerar o investimento em Inteligência Artificial (IA) numa altura em que a maioria ainda não definiu regras claras para a utilização destas tecnologias.
O estudo revela também uma perceção crescente de imprevisibilidade económica e dúvidas sobre a capacidade das organizações para responder a um contexto mais tecnológico, global e instável.
Os resultados fazem parte do estudo 'Leading the Future Economy', conduzido pela consultora QSP - Marketing Management & Research junto de 290 profissionais ativos em Portugal, no âmbito da 19ª edição do QSP SUMMIT, que decorre de 30 de junho a 2 de julho, no Porto e Matosinhos.
Principais conclusões do estudo:
- 43,1% dos profissionais identificam a Inteligência Artificial como principal prioridade de investimento, mas apenas 21,2% afirmam que a organização já definiu regras claras para a sua utilização;
- Para 42,1% dos inquiridos, a economia dos próximos anos será sobretudo "mais imprevisível", acima de "mais digital" (29,7%);
- Para 32,8% dos participantes, a IA irá sobretudo transformar funções existentes, enquanto 24,7% antecipam eliminação de postos de trabalho;
- 34,8% antecipam desaceleração económica nos próximos 12 meses e apenas 9% acreditam num cenário de crescimento forte.
Para saber mais sobre os resultados deste estudo, aceda
aqui.