Em janeiro foram emitidas 1.588 licenças para construção e reabilitação de edifícios habitacionais

Dados são da Síntese Estatística da Habitação, publicados pela AICCOPN

13 de abril, 2026
Em janeiro foram emitidas 1.588 licenças para construção e reabilitação de edifícios habitacionais
Crédito da Foto: Freepik
Em janeiro de 2026, o consumo de cimento no mercado nacional registou uma variação homóloga negativa de 5,6%, totalizando 284 mil de toneladas.
No mesmo período, foram emitidas 1.588 licenças para construção e reabilitação de edifícios habitacionais, o que traduz uma diminuição de 14,1% face a janeiro do ano anterior. Em linha com esta evolução, o número de fogos licenciados em construções novas diminuiu 16,9%, para 3.343 alojamentos, quando no período homólogo se tinham licenciado 4.022 fogos.

Já no que respeita ao novo crédito à habitação, excluindo renegociações, registou-se um crescimento de 16% face ao período homólogo, atingindo 1.783 milhões de euros em janeiro de 2026. Por sua vez, a taxa de juro no crédito à habitação manteve a trajetória decrescente, fixando-se em 3,11%, correspondendo a uma redução de 87 pontos base face ao período homólogo.

Quanto ao valor mediano da habitação para efeitos de avaliação bancária, no mês de janeiro registou uma valorização homóloga de 18,7%, impulsionada pelo aumento de 22,8% no segmento dos apartamentos e de 15,2% no das moradias.

Península de Setúbal

Na Península de Setúbal, nos 12 meses terminados em janeiro de 2026, foram licenciados 1.959 fogos em construções novas, demonstrando uma quebra de 14% face aos 2.267 alojamentos licenciados no período homólogo. Do total de fogos licenciados, 6% dizem respeito a tipologias T0 ou T1, 27% a T2, 44% a T3 e 23% a T4 ou superior.

Relativamente ao valor de avaliação bancária da habitação, verificou-se, nesta região, uma variação homóloga de 27% em janeiro de 2026, a mais elevada a nível nacional.