Mercado de duas rodas, triciclos e quadriciclos cresce 20%

De janeiro a julho de 2021, registaram-se em Portugal 22.894 novos veículos

3 de agosto de 2021
Mercado de duas rodas, triciclos e quadriciclos cresce 20%
De janeiro a julho de 2021, registaram-se em Portugal 22.894 novos veículos matriculados. O mercado de motociclos é o que regista o maior número de novos veículos matriculados: 21.202 unidades, de acordo com a ACAP.
Durante os primeiros sete meses de 2021, o mercado dos representantes oficiais de marca a operar em Portugal, respeitante aos veículos novos de duas rodas, triciclos e quadriciclos, registou um crescimento de 20,4% face ao período homólogo do ano anterior. No entanto, comparando o número de matrículas registadas em julho face ao mesmo mês de 2020, regista-se uma queda de 20,4%, segundo os dados da Associação Automóvel de Portugal (ACAP) divulgados esta terça-feira.

De janeiro a julho de 2021, registaram-se em Portugal 22.894 novos veículos matriculados. O mercado de motociclos é o que regista o maior número de novos veículos matriculados, (21.202 unidades) e o maior aumento em termos percentuais, 21%.

O mercado dos triciclos regista uma subida de 12,1%, que corresponde a um número de veículos relativamente reduzido quando comparado aos outros mercados, 165 unidades. Por sua vez, quadriciclos e ciclomotores registaram, em igual período, 508 e 1.019 unidades matriculadas respetivamente.

No que respeita à comparação mensal, o número de novos veículos matriculados em julho de 2021 foi de 4.595 unidades, o que corresponde a um decréscimo de 10,5% face ao mesmo mês de 2020. Também aqui, o mercado dos motociclos foi o que registou o maior número de novos veículos matriculados (4.237) – uma queda de 11,5% face a julho de 2020.

O mercado de ciclomotores novos matriculados pelos representantes oficiais das marcas totalizou 231 unidades, tendo apresentado uma variação negativa de 2,1%. Por fim, no mercado dos quadriciclos e ciclomotores, há a 90 e 165 novas unidades matriculadas respetivamente, traduzindo-se em quedas de 21,6% e 71,9%.

Fonte: jornaleconomico.sapo.pt

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